Campo Grande (MS) – Nesta terça-feira (13), às 8 horas, a Secretaria de Estado de Trabalho e Assistência Social (Setas) empossou os novos integrantes do Conselho Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional de Mato Grosso do Sul – Consea/MS, biênio 2012/2013. Foram empossados 15 membros representantes governamentais e não-governamentais.
O Consea é um órgão colegiado, de caráter deliberativo, vinculado a Setas, tendo a finalidade de deliberar e propor políticas, programas e ações que configurem o direito humano à alimentação adequada como parte integrante do direito de cada cidadão.
O presidente do Conselho do biênio 2009/2011, Fabrício Buthevícius Barbosa, disse que o Consea/MS progrediu muito principalmente no ano passado em que teve a Conferência Estadual. “Ano passado foi um ano atípico, onde tivemos muitas reuniões extraordinárias devido a Conferência Estadual, em que foi criada a lei de Segurança Alimentar. Temos que continuar com os trabalhos para que as propostas da Conferência sejam transformadas em políticas de segurança alimentar e nutricional”, afirma.
O diretor-geral da Setas, Álvaro Cardoso de Ávila, avaliou o desempenho do Conselho e disse que a Secretaria tem a obrigação de dar todo suporte para o bom andamento do trabalho. “A Setas tem a obrigação de dar condições para a operacionalidade do Conselho, porém nem sempre temos o que seria o ideal, que todos almejam. Mas, a cada ano melhoramos a estrutura, os desafios são muitos, então, para os que estão começando o trabalho, desejamos boas vindas, e nos colocamos a disposição para o que for necessário”, disse o diretor.
Como mesa diretora do biênio 2012/2013 foram escolhidos como presidente do Conselho, Osvaldinete Lopes de Oliveira, da Associação Sul-Mato-Grossense de Nutrição (Asman) e como vice-presidente, Diego Abud, da Secretaria de Estado de Governo (Segov).
Por meio de reuniões ordinárias mensais e extraordinárias, o Conselho funciona como interlocutor e intermediador na definição de orientações para as ações na área de alimentação e nutrição, estimulando a organização da sociedade para que ela faça a sua parte na construção, execução e acompanhamento de políticas de segurança alimentar e nutricional, formada pelo poder público e por representantes da sociedade civil organizada.